Conjecturas - sexta, 06 de novembro
Confira os bastidores
RUMO A 2028
= Mesmo que ainda longínquo, a sucessão municipal tem seus primeiros contornos no horizonte.
Passarinho azul filtrou que o PSD está na rota com dois nomes: além de Daniel Kayatt, o ex-vereador e ex-presidente da Câmara, Raphael Modesto está no circuito.
Se o ´cavalo passar encilhado´, Raphael não deverá deixar passar batido.
Bem articulado e com a experiência advinda de seus mandatos legislativos, o atual Procurador Jurídico do município entrará em 2027 com os dois pés na sucessão.
ETAPAS
= A sucessão municipal 2028, especificamente em Ponta Porã, será exercida em várias etapas.
A primeira delas será cumprida em 15 de dezembro deste ano, quando será eleita a nova Mesa Diretora para o ano que vem.
Será a primeira medição da febre política.
Posteriormente, no transcorrer da véspera do ano eleitoral, as acomodações políticas vão surgindo.
Já lá no primeiro trimestre de 2028, a janela partidária vai definir os rumos.
Por exemplo: qual será o tamanho do PSDB no município? Continuará com a mesma musculatura.?
ENVERGADURA
= Hoje o PSDB é o maior partido político de Ponta Porã.
Tem a caneta principal do Poder Executivo nas mãos do prefeito Eduardo Campos.
Possui nove vereadores: Reinaldo Fernandes Romualdo (Reinaldo Jalasca); Natália Velasques da Silva; Agnaldo Pereira Lima; Angela Derzi; Carlos Bordão; Kleber Ortiz; Thiago Vedana; José Menino Junior e Daniel Puka Valdez.
O partido elegeu três deputados estaduais: Pedro Caravina; Angelo Guerreiro e Paulo Duarte. Ficou sem bancada federal.
Como se vê, o PSDB tem sua envergadura política no município de Ponta Porã e tem – até aqui – o protagonismo da sucessão municipal.

NO TRECHO
= Falar em sucessão, o empresário Carlos Bernardo (União Brasil) prestigiou ontem a sessão solene na Câmara Municipal de Ponta Porã.
Bastante cortejado, Bernardo foi o mais votado em Ponta Porã a deputado federal nas eleições de outubro.
Está no tabuleiro sucessório municipal, mesmo que tenha dito que não mais disputará eleição. Mas, seu cacife político o credencia a entrar no páreo.
PARAGUAI
= É grave a situação política no Paraguai. Mais do que imaginamos.
A briga política entre o ex-presidente Horácio Cartes e o atual, Santiago Peña teve desdobramentos nada republicanos e democráticos, culminando com a renúncia do presidente da República.
A ala situacionista no Senado abandonou o apoio ao agora ex-presidente Peña.
RENÚNCIA
= O presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciou sua renúncia ao cargo, em meio à crise bancária provocada pelo colapso do Banco Ueno e à ameaça de impeachment, após perder o apoio de seu próprio partido.
Em pronunciamento em vídeo, o mandatário afirmou que tomou a decisão para preservar a estabilidade do país e as instituições democráticas.
"Tomei a decisão de apresentar minha renúncia à Presidência da República. Faço isso pensando na estabilidade de nosso país, na paz social e na necessidade de preservar nossas instituições democráticas", declarou Peña. "Estou convencido de que nenhum cargo pode estar acima do bem-estar do Paraguai", acrescentou, conforme divulgado pela Reuters.
Carlos Monfort
DRT MS 144
pontaporaemdia.com




