Ponta Porã: Conjecturas - segunda 20 de abril
= Os pré-candidatos a deputado por Ponta Porã – Carlos Bernardo, Marcelino Nunes, Hélio Peluffo Filho, Lourdes Monteiro e Paula Campos – têm uma missão difícil pela frente: convencer o eleitor de Ponta Porã em fazer o voto ´caseiro´, ou seja, votar nos candidatos de casa.
Excetuando o ex-prefeito Hélio Peluffo – que enquanto no cargo sempre pediu e trabalhou para candidatos de fora – os demais não terão dificuldades para essa tarefa.
Se bem que – como diria o ex-prefeito Aires Marques – pedir voto caseiro é uma “faca com dois legumes”, pois como ir pedir votos fora de casa?
= Ainda tem água para descer ribanceira abaixo no quesito definições sobre candidaturas.
Por exemplo: o vereador Marcelino Nunes (PP) vai deixar tudo preparado. Se o “cavalo passar” e ele precisar encilhar, ele sobe e segue candidato.
A primeira-dama Paula Campos está em compasso de espera, mas também deixará tudo pronto para, em sendo necessário, engata primeira marcha e seguirá rumo às urnas de outubro.
MAIS UM
Abel foi direto ao diretório regional, filiou e agora se apresenta como pré-candidato.
Ele é filho do ex-senador da República do Paraguai pelo Departamento de Amambay, Abel Gonzalez.
Já fiz minha aposta!
SEIS POR UM
= O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que eventuais mudanças na jornada de trabalho, como o fim da escala 6x1, devem ser discutidas no Congresso Nacional e não podem implicar custos para o Tesouro.
Segundo ele, o tema ainda está em análise dentro do governo e exige diálogo com diferentes setores da economia, especialmente aqueles que podem ser mais impactados por uma eventual redução da jornada.
= Para o ministro, “a discussão da escala 6x1, ela tem que se dar no âmbito do Congresso Nacional, de modo que a gente ouça todos os setores da economia”, ponderou.
“Eu sou muito favorável a gente debater, entender com os setores como se adaptar, eventualmente para alguns setores ter uma transição para dar tempo de adaptação” — disse o ministro.
pontaporaemdia.com





