Pedro Juan Caballero - 4 de junio de 2026
el mundo

Ponta Porã: Conjecturas - segunda 20 de abril

Publicado el 20/04/2026

= Os pré-candidatos a deputado por Ponta Porã – Carlos Bernardo, Marcelino Nunes, Hélio Peluffo Filho, Lourdes Monteiro e Paula Campos – têm uma missão difícil pela frente: convencer o eleitor de Ponta Porã em fazer o voto ´caseiro´, ou seja, votar nos candidatos de casa.


Excetuando o ex-prefeito Hélio Peluffo – que enquanto no cargo sempre pediu e trabalhou para candidatos de fora – os demais não terão dificuldades para essa tarefa.

Se bem que – como diria o ex-prefeito Aires Marques – pedir voto caseiro é uma “faca com dois legumes”, pois como ir pedir votos fora de casa?

DEFINIÇÕES

= Ainda tem água para descer ribanceira abaixo no quesito definições sobre candidaturas.

Por exemplo: o vereador Marcelino Nunes (PP) vai deixar tudo preparado. Se o “cavalo passar” e ele precisar encilhar, ele sobe e segue candidato.

A primeira-dama Paula Campos está em compasso de espera, mas também deixará tudo pronto para, em sendo necessário, engata primeira marcha e seguirá rumo às urnas de outubro.

MAIS UM

= O líder político Jonathan Alexandre, candidato a vereador em 2024 pelo PDT, apresentou o nome do jovem Abel Gonzalez Filho como pré-candidato a deputado estadual pelo Republicanos, partido do presidente da Câmara, vereador Jelson Bernabé e do seu colega Leandro Bitencourt.

Abel foi direto ao diretório regional, filiou e agora se apresenta como pré-candidato.

Ele é filho do ex-senador da República do Paraguai pelo Departamento de Amambay, Abel Gonzalez.

Já fiz minha aposta!

SEIS POR UM

= O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que eventuais mudanças na jornada de trabalho, como o fim da escala 6x1, devem ser discutidas no Congresso Nacional e não podem implicar custos para o Tesouro.

Segundo ele, o tema ainda está em análise dentro do governo e exige diálogo com diferentes setores da economia, especialmente aqueles que podem ser mais impactados por uma eventual redução da jornada.

REFLEXOS

= Para o ministro, “a discussão da escala 6x1, ela tem que se dar no âmbito do Congresso Nacional, de modo que a gente ouça todos os setores da economia”, ponderou.

“Eu sou muito favorável a gente debater, entender com os setores como se adaptar, eventualmente para alguns setores ter uma transição para dar tempo de adaptação” — disse o ministro.

pontaporaemdia.com

Buscador
Lo Ultimo